Venho, por meio desta, compartilhar a falta que faz a atualização desta peste bubônica, ou melhor, blogônica. Alguém vai dizer que é puro descaso, respeito. Porém, antes, gostaria de me explicar, pois é mesmo uma situação polêmica. Poderia colocar a culpa na Mônica, ou na Verônica, mas prefiro pensar que é uma questão mais de mecânica. Esta confusão é compreendida através da logística de quem passou por uma fase de mudanças e numa trajetória quase supersônica, viu a vida cônica, comeu cebola hidropônica e fez do caos uma realidade, no mínimo, sinfônica. Uffa. Sim, mas como tudo isso não foi uma bomba atômica, pretendo terminar com esta dificuldade cômica de comunicação eletrônica. Como? É fácil! Se, de hoje para amanhã, eu não morrer de gripe pneumônica, se não cortarem minha linha telefônica, se não despencar minha situação econômica, se não morrer de vez a Floresta Amazônica, volto com todo prazer ao deleite da crônica.
Por ser a expressão da verdade,
firmo a presente declaração para que produza “aqueles” efeitos legais...
Recife, 18 de junho de 2008